O principal parâmetro de construção de um desenho de uma figura geométrica é o horizonte. Não só como linha de referência a partir da qual todos os outros traços irão derivar, mas também – e talvez principalmente - como amplidão (ou ambição).

 

Tratando-se de uma figura geométrica outras linhas parametrizam a sua construção, como a latitude e a longitude que se cruzam acima da figura, determinando a localização do desenhista e com isso parte significativa do ele é feito. Além das linhas, alguns ângulos são parâmetros, principalmente o ângulo do sol que determinará a incidência da luz e, consequentemente, o formato ou mesmo a existência de sombra no desenho.

 

Tratando-se de uma construção algumas normas parametrizam a sua geometria, como a gravidade – tanto na forma da lei de Newton, como na forma do senso do quanto é realmente grave ou urgente a necessidade do desenho. As normas vigentes na formação do desenhista (que determinam outra parte importante do que ele é feito) e a forma como ele segue ou rompe essas normas também irão parametrizar essa construção.

 

Assumindo que o desenho em questão pretende-se arte, e não arquitetura ou design, por exemplo ( e digo isso com a placa de Brusky “o que é arte e para que serve?” pendurada no pescoço), há risco de que o seja mesmo antes de sua materialização, talvez até antes de seu projeto e  provavelmente antes do seu processo e critérios.

 

 

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Assumindo que o desenho em questão pretende-se arte, e não arquitetura ou design, por exemplo ( e digo isso com a placa de Brusky “o que é arte e para que serve?” pendurada no pescoço), entendo que há risco de que o desenho seja arte mesmo antes de sua materialização, talvez até antes de seu projeto e  provavelmente antes do seu processo e critérios.

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